NO MENU FATOS E FOTOS (ACIMA) VOCÊ PODE VER AS FOTOS DA TRAGÉDIA DA EXPLOSÃO NAS OBRAS DA TRANSPOSIÇÃO DO RIO SÃO FRANCISCO EM SERTÂNIA-PE, CEDIDAS POR ROBSON PATRIOTA. ATENÇÃO... CONTÉM IMAGENS FORTES!!!
EM DECLARAÇÃO PÚBLICADA NO JORNAL DO COMÉRCO DE DOMINGO, NA PÁGINA 03, SOB O TÍTULO" PRESSÃO DE PREFEITOS FAVORECE HUMBERTO", A PREFEITA DE SERTÃNIA CLEIDE FERREIRA DECLAROU QUE "PREFIRO HUMBERTO, PELA SUA ATITUDE, GESTOS. POR NÃO SE ALIAR AO DEM (NUMA DISPUTA LOCAL), AVALIA CLEIDE XAVIER, DE SERTÂNIA.
O PT DE SERTÃNIA ESTRANHA QUE SÓ AGORA A PREFEITA E O SEU GRUPO EXPRESSEM SEU APREÇO POR HUMBERTO COSTA. POIS EM 2006 NA CAMPANHA DE GOVERNADOR, SEU MARIDO ÂNGELO FERREIRA E MEMBROS DO PSB LOCAL DIZIAM NOS COMÍCIOS QUE NO PALANQUE DELES NÃO TINHA NENHUM VAMPIRO NEM NENHUM SANGUESSSUGA, NUMA CLARA TENTATIVA DE MACULAR O NOME DE HUMBERTO, ESTRATÉGIA DO DEM ESTADUAL NA DISPUTA.
ESTRANHA AINDA MAIS ESSA SUA RECENTE OJERIZA AO DEM, POIS ELA E O SEU GRUPO POLÍTICO VEM DA ARENA, DO PDS E FORAM DOS MAIS BENEFICIADOS PELA DITADURA MILITAR.
ATÉ PORQUE EM SERTÂNIA CLEIDE É ALIADA DO PP DE PAULO MALUF E A PRÓPRIA CLEIDE ATÉ BEM POUCO TEMPO ERA FILIADA Á LEGENDA MALUFISTA, COMO PODE SER VISTO NO CARTÓRIO ELEITORAL.
NA VERDADE A PREFEITA, USOU DE SUBTEFÚGIO PARA ATINGIR O EX-PREFEITO JOÃO PAULO, PORQUE O MESMO MANIFESTOU APOIO A ALIANÇA DO PT COM O PR, QUE É DA BASE DO GOVERNO LULA E DO GOVERNO EDUARDO CAMPOS. O DEM LOCAL PARTICIPOU DA FRENTE APENAS COM UM CANDIDATO A VEREADOR, POIS QUASE TODO O DEM DE SERTÂNIA ESTÁ HOJE ALIADO É COM A PREFEITA CLEIDE,
SENÃO VEJAMOS:
APARECIDA PINHEIRO (EX-SECRETÁRIA DE EDUCAÇÃO DE 3 GOVERNOS DO DEM),
ANTÔNIO QUEIRÓZ (EX-SECRETÁRIO DE FINANÇAS E PRÉ -CANDIDATO A PREFEITO PELO DEM EM 1992),
LOURDES GALINDO (EX-VEREADORA DO DEM),
MÁRCIA FERREIRA (EX-CANDIDATA PELO DEM E ATUAL VEREADORA),
JESUS PASSOS (EX-VEREADOR PELO DEM),
LÍVIO CHAVES (EX-COORDENADOR DE CAMPANHAS DO DEM),
JALVACY DANTAS ( EX-MEMBRO DO DIRETÓRIO DO DEM E ATUAL VICE PREFEITO DE CLEIDE),
ZUZA DO PADRE (EX-MEMBRO DO DEM E ATUAL PRESIDENTE DA CÃMARA DE VEREADORES), ENTREOUTROS.
COMO BOA VENTRÍLOQUA QUE É DE SEU MARIDO, ELA DEMONSTROU TODA A IRA DO PSB LOCAL ( PRINCIPALMENTE DA OLIGARQUIA DOS FERREIRA DOS SANTOS, COM QUEM APRENDEU A LIÇÃO), QUE NÃO SUPORTA QUE ALGUÉM LHE CONTRARIE.
ELES ACHAM QUE NA POLÍTCA TODOS DEVEM SER SERVIÇAIS DE SUA SEDE DE MANDONISMO E QUEREM DITAR ATÉ COMO OS ADVERSÁRIOS DEVEM AGIR, COM QUEM PODEM FAZER ALIANÇAS, COMO SE ELES TIVESSE ALGUMA AUTORIDADE MORAL OU IDEOLÓGICA PARA ISTO.
NOSSA SOLIDARIEDADE PORTANTO A JOÃO PAULO, O MELHOR PREFEITO DA HISTÓRIA DO RECIFE, QUE POR MAIS DE UMA VEZ FOI ESCOLHIDO MELHOR PREFEITO DO BRASIL, EX-PRESIDENTE DA FRENTE NACIONAL DOS PREFEITOS E ESTRELA MAIOR DAS FORÇAS POPULARES EM PERNAMBUCO.
A PREFEITA DE SERTÃNIA DEVERIA SIM TIRAR LIÇÕES COM O EX-PREFEITO RECIFENSE PARA MOSTRAR TRABALHO, POIS HÁ MAIS DE UM ANO NA PREFEITURA SERTANIENSE AINDA NÃO DISSE A QUE VEIO, NEM COMO CUIDAR MELHOR DOS PRAZOS QUE VEM PERDENDO NA SUA DEFESA, NO PROCESSO QUE ESTÁ RESPONDENDO POR COMPRA DE VOTOS E USO DA MÁQUINA PÚBLICA E QUE FATALMENTE IMPLICARÁ NA CASSAÇÃO DE SEU MANDATO.
SERTÃNIA , 21 DE MARÇO DE 2010
ORESTES NEVES DE ALBUQUERQUE
PRESIDENTE DO DIRETÓRIO MUNICIPAL DO PT
ÁLVARO DE GÓIS MELO
SECRETÁRIO DE FORMAÇÃO POLÍTICA DO PT/DEM SERTÂNIA
Segundo denúncias que recebemos de trabalhadores das obras de transposição do Rio São Francisco, Neto, (Um coligado a Panelinha de Sertânia) invade a obra para colocar aliados nas empresas, ou quem lhe pagar R$ 100,00 ou um garrote para isto.
Disseram-me que ele fura a fila para garantir a vaga dos seus, deixando quem estava na fila por horas, esperando para ser atendido.
Para isso, com certeza, alguns engenheiros certamente colaboram.
Recebemos informações de que o prefeito de Custódia
e a prefeita de Sertânia foram pedir ao governador
uma ajuda (VERBA) para fazer o asfalto de Custódia
á Iguarací e do trevo de Pedro Zumba á Rio da Barra.
E o Governador lhes respondeu o segunte:
"Com os impostos que vocês estão recebendo das obras da transposição do Rio São Francisco que gira em torno de “HUM MILHÃO DE REAIS” por mês, dá muito bem para fazer esta obra!"
Os outros Blogs de Sertânia divulgam informações sobre a vacinação da gripe H1N1 em Sertânia.
Isso é ótimo!
O que eles se esquecem de dizer é se os responsáveis por este trabalho aqui em Sertânia já avisaram aos responsáveis pela campanha no Ministério da Saúde em Brasília, que seria bom mandar além das vacinas muitas seringas para sobrar um pouco para o hospital daqui.
É que as vezes, se o paciente precisar tomar um medicamento ele tem que ir comprar a tal seringa na farmácia porque ela está em falta no hospital.
Pior é quando falta medicamento.
Eu mesmo já presenciei uma auxiliar de enfermagem perguntar a um medico se ele ainda não estava acostumado com isso, porque eles estavam em Sertânia.
É meu povo Sertanianse, sai 40 entra 40 e contunua a mesma coisa...
Alias pior já teve, teve sim, teve até veterinário atendendo o cidadão no hospital.
E o pior é que ele nem formado era!
E por falar nisso, quem o avisou quando a polícia foi lhe prender?
Hoje é caos, tomei conhecimento que em Recife, nem os exames que são feito aqui eles aceitam!
Na vida política de nosso município a classe política sempre foi marcada pelo pragmatismo de assumir o seu lado, geralmente conservador. Assim ocorreu com
Os nossos grandes líderes e melhores prefeitos que passaram pelo poder local:Manuel Inácio, Arcõncio Lins, João Pereira Vale, Guido Chaves e Marcelo Lafayete. Manuel Inácio como ícone da gente do Moxotó foi o símbolo da feição política destas ribeiras.
A postura de resistência ficava restrita ao comportamento dos vaqueiros enfrentando as caantingas xerófilas na zona rural, aos estudantes da sede do município e aos uns poucos idealistas que disputavam mandatos.
Hoje quem vê o deputado Ângelo Ferreira posando de “socialista” só dá créditose não conhecerahistória política de Sertânia. A origem política de sua família vem da velha UDN ( depois PFL e atual DEM) de Carlos Lacerda, Paulo Maluf e ACM. Seu pai Arlindo Ferreira e seu tio Epaminondas Moraes foram prefeitos udenistas. A esquerda
em Sertânia representada pelo vereador Mafredo Nigro, pelo Advogado João Belarmino
e pelo Líder estudantil Zé Andrade tinha como aliadoso PSD de Zé Etelvino Lins e Raul Lafayete. Este era o palanque de Miguel Arraes no município como prova a foto.
Arlindo e Epaminondas eram contra Arraes e apoiavam o usineiro João Cleofas (UDN).
Conta a história, que na época do Golpe militar, o grupo político dos Ferreiras, não só apoiou os militares, como delatou vários esquerdistas que eram seus adversários, que passaram a ser vítimas da repressão.
Arlindo Ferreira dos Santos foi prefeito pela ARENA e pelo PDS, o partido da ditadura, a qual apoiou e foi por ela beneficiado, ele e seus filhos, votando em deputados da velha direita tais como Valfredo Siqueira, Josias Leite, Manoel Ramos e Nilson Gibson. Suas administrações foram marcadas pelo assistencialismo desenfreado e sem critérios, a não ser o político, favorecimento das elites, a exemplo do apoio ao grileiro e latifundiário Marcelo Mota, que queria despejar o povo pobre da Rua da Cruz para promover especulação imobiliária no local, chegando a derrubar dez casas, com o trator cedido pela prefeitura. A desocupação total só não ocorreu devido a ação de estudantes da época e da pastoral da terra liderada pelo diácono Alder Júlio. Os escândalos da emergência, denunciados no Jornal do Brasil em reportagem de 1981, mostram pessoas da burguesia da cidade e cabos eleitorais dos Ferreira dos Santos recebendo o dinheiro que deveria ser pago aos flagelados da seca. O descalabro administrativo era grande, a ponto de deixar para os sucessores seis meses de salários atrasados, oito meses sem fazer a contabilidade do município, corte da energia da iluminação pública da cidade por falta de pagamento. Desvios de dinheiro público comprovado por auditoria do Tribunal de contas. Carro oficial da prefeitura sendo dirigido por filhos do prefeito, para passeio e lanche em Cruzeiro do Nordeste e Arcoverde, inclusive o veículo chegando capotar na estrada próxima a Serra Talhada, num sábado à noite. Nomeação à moda da ditadura, de um interventor paraa Casa do Estudante de Sertânia, cujo interventor Tarcísio de Apolônioandava armado na casa e coagindo estudantesa se filiarem ao PDS e expulsando sócios, provocando a revolta estudantil, o que levou o prefeito a tentar fechar a Casa. Expulsão de comerciante do mercado público por questão partidária, utilizando capangas armados. Isto mais tarde iria desenbocar num clima de violência política no município, culminando com o seqüestro, tortura e morte bárbara do comerciante Aluizio Góis de Siqueira, primo de Sinval, a mando do vereador Dema de Caroalina, da bancada dosFerreira dos Santos e posteriormente no assassinato do irmão de Sinval, Genilson Cavalcanti deSiqueira, assassinado pelo vereador eleito Tarcisio de Apolônio, votado dentro da casa dos Ferreira dos Santos. Mesmo assim tentavam se passar por vítimas e cantando “bandeira branca” abusavam da paciência do povo e debochavam das famílias enlutadas, quando, no seu cinismo eleitoreiro, se arvoravama serem símbolo da paz. Mas tudo tem e teve seu fim.. Em todos estes períodos os filhos deram todo apoio a todo este estado de coisas, mas dois se destacavam nos bastidores e na linha de frente: Ângelo Rafael Ferreira dos Santos, coordenador da ARENA Jovem e Antônio Henrique Ferreira dos Santos, O Fiapo, líder da JDS- Juventude do PDS.
ADerrocada dos Ferreira dos Santos da prefeitura só foi possível após a descoberta de uma esquema de fraude no cartório eleitoral , envolvendotítulos de ‘defuntos’, quefaziam a família ser conhecida como “boa de voto” e foram cancelados. Só assim Sinval venceu e fez um governo de transição, atualizando seis meses de salários atrasados e lidando com uma prefeitura destroçada, enxugando as finanças realizando grandes obras como o canal de Santa cruz e preparando o terreno para a grande administração que seria feita por Marcelo Lafayete. Mas o seu maior mérito foi do ponto de vista político, conseguindo levarSertânia para o pluralismo, acabando com o maniqueísmo existente: seis candidatos concorreram a sua sucessão: Zé Etelvino(PDC), Antônio Dantas(PTB) , Arlindo Ferreira (PMDB), Paulo Brito(PDT), Welington Santana(PT) e Marcelo Lafayete(PFL), este último o seu sucessor, apoiado por ele. Sinval foi mais moderno do que Ângelo Ferreira, que ressuscitou o atrasado termo “boca-preta”, devolvendo a cidade um pastoril partidarizante superado e maléfico. Derrotados em 1982, com a redemocratização, ficaram sem espaço no PDS e migraram para o PMDB, não sem antes torcerem por Paulo Salim Maluf contra Tancredo Neves na eleição do colégio eleitoral, certamentepor saudades dos velhos tempos da UDN.
Eleito prefeito em 1996, Ângelo Ferreira já travestido de PSB, após derrota para Raimundo Góis em 1992, quando ainda era PMDB, Levantou temas que empolgaram o povo. Na prefeitura mostrou-se centralizador, arrogante e prepotente. Chutoualiados, promoveu nepotismo e a perseguição política exarcebada. Com inúmeros escândalos, a sua prática administrativa demonstrou que não possui formação política: ele não é de direita nem de esquerda. Ele é ELE: o culto a sua personalidade, seu fisiologismo, seu eleitoralismo de bolso...
Quando o pessoal do PT veio para oposição e apoiou Sinval em 2008, lá estava ELE, de dedo em riste, acusador: “DIREITA”! “SE JUNTARAM COM A DIREITA! COM OS BOCAS-PRETAS’. Na verdade, os bravos rapazes do PT não se renderam ao chicote e a empáfia dos Ferreiras e fizeram aliança em torno de um programa de governo, registrado em cartório, com aqueles que foram aliados históricos da esquerda em Sertânia. Aliados de Arraes, João Belarmino e Cia. Como se sóele pudesse fazer aliança com partidos de direita, como ele fez com o PP de Maluf no mesmo ano... Como se só ele pudesse se juntar com “boca-pretas”, como fez ao aliar-se a Antônio Queiroz, Aparecida Pinheiro, Jalvacy Dantas, Lívio Chaves, Márcia Ferreira, Lourdes Galindo, Jesus Passos, Zuza do Padre, entre tantos outros... Como se ele não fosse a própria direita...
Basta observar a maneira como eles fazem política, a forma como lidam com o dinheiro público, o jeito com que tratam os adversários, modos típicos do coronelismo de asfalto da velha direita, que foi UDN, ARENA, PDS... e que hoje nos faz constatar:
Governador de São Paulo por mais 12 dias quando se desincompatibiliza para concorrer ao Planalto como o nome da oposição, José Serra diz que não é candidato e que tem que governar o Estado. Isso depois de armar sua candidatura a presidente desde o primeiro dia em que tomou posse na prefeitura de São Paulo (01.01.2005), de ter usado esse cargo que abandonou para disputar o governo, e como todos sabem, ter lutado todos os dias como governador para viabilizar sua postulação à presidência esmagando autoritariamente os concorrentes.O ex-governador tucano Geraldo Alckmin que o diga. Foi liquidado na campanha para prefeito em 2008 já que Serra, toda a máquina do governo e o PSDB o abandonaram e apoiaram a reeleição de Gilberto Kassab.Inclusive Serra fez de tudo para seu arquiinimigo do passado e razão de ser da fundação do PSDB, ex-governador Orestes Quércia (PMDB), apoiasse Kassab e indicasse seu vice em troca cargos no governo estadual depois da eleição naquele ano.Hoje Kassab é o maior opositor da candidatura Alckmin a governador. Gostaria de ser ele o candidato, mas frente ao fracasso de seu governo, apoia o nome do chefe da Casa Civil de Serra, Aloysio Nunes Ferreira Filho.Serra fez o mesmo com seu colega tucano, governador de Minas Aécio Neves. Além de controlar nacionalmente a máquina tucana - o que lhe é fácil, já que ela não tem militância e vida partidária real, só eleitoral, parlamentar e de governo - solapou como pode a pré-candidatura mineira.Na surdina e nas sombras, a conspiração contra a greveCom sua máquina de propaganda, a maior já montada no Estado (é só ver as empresas de publicidade que trabalham para o Estado, a prefeitura da capital e o PSDB ao mesmo tempo) fez de tudo para esvaziá-la. Divulgou notinhas caluniosas e inventou fatos até conseguir que Aécio desistisse da prévia que propôs e podia vencer, e saisse candidato a senador - MG.Nesses últimos tempos Serra, ao contrário do que diz, só fez pré-campanha para presidente. Inaugurou até mesmo maaquete! Percorreu o Brasil e multiplicou por dez a propaganda oficial em todo o país. Basta ver os ridículos anúncios nacionais da Sabesp, desmentidos pelos fatos - as enchentes; a péssima situação da saúde; a atual greve dos professores; os péssimos índices da Educação; a insegurança que reina nas cidades; e a falta total de um programa de desenvolvimento para o Estado.Serra impôs candidatos nos Estados; fez e desfez alianças; e buscou um vice desesperadamente. Mas, com o apoio da grande midia (que finge acreditar e passa sem questionar essa dissimulação à opinião pública) continua dizendo que não é candidato e não faz campanha, o que dá bem uma idéia de quem é Serra, como age e como governa.Os 210 mil professores de São Paulo em greve há duas semanas que o digam. Nada de diálogo, negociações ou proposta de acordo, só repressão e propaganda contra, desqualificação e desprezo, ofensas e calúnias, golpes baixos.Nada de política ou mesmo transparência nas decisões. Pelo contrário, tudo se resolve nas sombras e nos gabinetes, nas redações da midia, quando não nas salas escondidas onde se conspira contra uma greve, movimento justo e democrático. Um péssimo precedente.
CNI/Ibope revela que 75% dos entrevistados avaliam como positivo, isto é, ótimo ou bom, o governo do presidente Lula
Serra lidera; diferença em dezembro era de 21 pontos
A ministra-chefe da Casa Civil e pré-candidata do PT à presidência, Dilma Rousseff, cresceu 13 pontos, na pesquisa eleitoral feita pelo Ibope, encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), divulgada nesta quarta-feira (17), em comparação ao desempenho apresentado em dezembro de 2009. Com isso, a diferença entre ela e o governador de São Paulo, José Serra, diminuiu de 21 para 5 pontos. No entanto, Serra continua em primeiro lugar na pesquisa sobre as eleições de 2010.
Serra recuou para 35% das intenções de voto em março, ante 38% da pesquisa divulgada em dezembro, enquanto Dilma subiu para 30%, ante 17% anteriormente.
A margem de erro da sondagem encomendada pela Confederação Nacional da Indústria, é de 2 pontos percentuais.
Segundo o Ibope, em terceiro lugar aparece o deputado Ciro Gomes (PSB), que oscilou negativamente de 13 para 11%, equanto a senadora Marina Silva (PV) manteve-se com 6%.
Uma pesquisa do Ibope de fevereiro, encomendada pela Associação Comercial de São Paulo, já mostrava o crescimento de Dilma e a redução da liderança do tucano.
Naquela pesquisa, Serra tinha 36%, enquanto Dilma aparecia com 25%.Governo atual
O mesmo estudo revela que 75% dos entrevistados avaliam como positivo, isto é, ótimo ou bom, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. No levantamento anterior, divulgado em dezembro de 2009, esse percentual era de 72%.
Entre os entrevistados, 83% aprovam a maneira de Lula governar, o mesmo índice registrado há três meses.
A pesquisa também mostra que 77% dos entrevistados têm confiança no presidente, resultado 1 ponto percentual inferior ao verificado em dezembro (78%).
Outro dado do estudo é que 49% consideram o atual mandato de Lula melhor do que o primeiro. Em dezembro, esse percentual era de 46%.
Foram ouvidos 2.002 eleitores de 16 anos ou mais em 140 municípios, no período de 6 a 10 de março.
Governador desistiu da disputa de vaga para concorrer à Presidência.
Partido diz estar ‘totalmente comprometido’ com Serra à sucessão de Lula.
O diretório estadual do PSDB em Minas Gerais aprovou nesta segunda-feira (15) a pré-candidatura do governador Aécio Neves ao Senado. No anúncio, publicado pelo blog do partido, a direção estadual diz que “o PSDB de Minas Gerais e os aliados do governador Aécio Neves estão totalmente comprometidos com o nome do governador de São Paulo, José Serra, como pré-candidato à Presidência da República”.
O comunicado dos tucanos diz que “o PSDB de Minas Gerais apresenta o nome do governador Aécio Neves como seu pré-candidato ao Senado da República, reconhecendo nele o nosso líder maior com autoridade para articular e fortalecer o projeto tucano para Minas Gerais e para o Brasil".
Na mesma reunião, o partido também aprovou o nome do vice-governador do estado, Antônio Anastasia, como pré-candidato à sucessão de Aécio.
O PSDB de Minas Gerais apresenta o nome do governador Aécio Neves como seu pré-candidato ao Senado da República, reconhecendo nele o nosso líder maior com autoridade para articular e fortalecer o projeto tucano para Minas Gerais e para o Brasil"
Ao lado do governador de São Paulo, Aécio Neves era o nome mais cotado do partido para disputar a sucessão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Emdezembro, porem, ele anunciou que abriria mão da disputa pela vaga. O governador de Minas alegou que a demora do partido em definir seu candidato compremetia a construção de um quadro amplo de alianças.
O lançamento da pré-candidatura de Aécio ao Senado praticamente elimina a possibilidade de uma chapa-pura do partido à Presidência, com Serra encabeçando a chapa e tendo o governador de Minas como vice.
Veja a íntegra da nota do partido
"COMUNICADO PSDB-MG"
O Diretório Estadual do PSDB de Minas Gerais, através de sua Comissão Executiva, torna públicas as seguintes decisões tomadas em reunião ordinária realizada em sua sede, em 15 de março de 2010.
1 – O PSDB de Minas Gerais apresenta o nome de Antônio Augusto Junho Anastasia, atual vice-governador do Estado, como seu pré-candidato à sucessão estadual de 2010, na expectativa de compor com os nossos aliados uma ampla coligação capaz de expressar no seu programa de governo a expectativa e o sentimento de Minas, que hoje se manifesta majoritariamente a favor da continuidade do processo administrativo em curso que levou nosso Estado a tamanhos avanços e conquistas.
2 – O PSDB de Minas Gerais apresenta o nome do governador Aécio Neves como seu pré-candidato ao Senado da República, reconhecendo nele o nosso líder maior com autoridade para articular e fortalecer o projeto tucano para Minas Gerais e para o Brasil.
3 – O PSDB de Minas Gerais e os aliados do governador Aécio Neves estão totalmente comprometidos com o nome do governador de São Paulo, José Serra, como pré-candidato à presidência da República nas eleições deste ano. Estamos todos empenhados na eleição de Serra e Anastasia, sob a liderança de Aécio Neves, para consolidar a mais ampla vitória desse projeto em Minas Gerais e no Brasil. Refutamos, assim qualquer iniciativa que tenha como objetivo enfraquecer este projeto e colocar dúvidas sobre nossas convicções partidárias.
4 – Oportunamente, no momento mais adequado, o PSDB de Minas Gerais se sentará com seus aliados no Estado para discutir e oficializar a composição das chapas majoritárias e proporcionais com as quais disputaremos as eleições de 2010 e quando o fizermos teremos a oportunidade de reafirmar nosso amor por Minas Gerais e nosso compromisso com o Brasil.
PSDB DE MINAS GERAIS
Deputado Federal Narcio Rodrigues
PRESIDENTE"
População de Alagoinha (PE) teme que novos tremores derrubem imóveis.
Eles deixam casas e procuram locais abertos, como ruas e praças.
Sair de casa às pressas no meio da noite virou quase uma rotina para os moradores de Alagoinha, em Pernambuco. A cidade foi atingida por mais de 40 tremores desde o início de março, conforme técnicos do Laboratório de Sismologia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. O mais forte teve magnitude 3,2 na escala Richter.
Os tremores de intensidade forte e que são perceptíveis pelas pessoas não acontecem diariamente, segundo os técnicos, mas os moradores estão assustados e contam que, mesmo quando o tremor não ocorre, sair de casa à noite virou um hábito. Todos temem tremores violentos, que consigam derrubar os imóveis rachados, e buscam proteção nas ruas e praças.
“Quando chega o fim da tarde, já pressentimos que pode acontecer alguma coisa. Ficamos preparados para correr. Não escutei mais nenhum estrondo, mas estou sempre pronta para sair”, diz a dona de casa Roberta Torres da Silva, de 24 anos.
A jovem conta que ao menor sinal de tremor, mesmo quando sabe que pode ser só uma impressão, pega as três filhas e sai com o marido. “Ficamos um tempo no quintal ou na praça. Quem consegue dormir com medo?”, afirma Roberta.
A ação é repetida pela vizinha, Maria do Socorro, de 24 anos. “Eu sei que vai acontecer, então fico esperando todo dia. Por mim, não tenho medo, mas fico preocupada com meus filhos” diz.
A dona de casa Fernanda Ferreira de Melo, de 23 anos, não gosta de sair de casa à noite, mas admite que corre pelo menos até a porta quando escuta algo suspeito. “Nunca tivemos nada parecido na cidade e, de repente, começamos a ter tremores quase todo dia. Isso deixa a gente assustada e tensa à noite, mas vou tentar me acostumar. No fundo, não acho que nenhuma casa vai cair por causa disso.”
Segundo os moradores, representantes da prefeitura e do governo do estado estiveram na cidade e garantiram que os tremores não oferecem riscos. A explicação trouxe alívio para o motorista de ônibus José Assis de Macena, de 62 anos.
“Hoje, eu não estou mais saindo de casa quando acontece um tremor fraquinho. Mas dá um pouco de medo quando acontece à noite, no silêncio. De dia, eu já não me importo muito. A gente já sabe que vai ter que se acostumar, porque de agora em diante pode acontecer sempre”, afirma.
Inflação seria combatida na demanda: sem dinheiro, é impossível consumir.
Para professor, plano era inaplicável e levaria a quebra dos bancos.
Há 20 anos, em março de 1990, o presidente Fernando Collor de Mello iniciava seu mandato com um plano econômico que prometia acabar com a maior vilã da economia na época, a inflação, com um só golpe. Para isso, abandonou as estratégias de congelamento de preços de medidas anteriores, como o Plano Cruzado, e apostou suas fichas na redução da quantidade de dinheiro em circulação no país, com o bloqueio de aplicações financeiras.
Relembre ao lado: Fernando Collor anuncia plano econômico em 1990
Quando Collor assumiu, a inflação brasileira estava perto de 2.000% ao ano. No segundo semestre de 1989, segundo Carlos Eduardo Carvalho, professor da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), a alta dos preços saiu de controle. Desde o início dos anos 1980, apesar dos índices muito altos, o professor diz resultado era mais ou menos previsível. “A gente projetava 13%, dava 14% ou 12,5%. Mas dava para ter uma ideia.”
Diante do cenário de hiperinflação que se configurava na época, o raciocínio por trás do bloqueio da poupança era simples: reduzir a quantidade de dinheiro girando na economia, para que as pessoas não tivessem como comprar, controlando assim os preços. De acordo com Carvalho, o Plano Cruzado havia deixado uma lição: com dinheiro na mão, a população vai às compras; e com a demanda em alta, os preços voltam a subir.
Além de tirar o dinheiro de circulação – prometendo a devolução 18 meses depois, em parcelas e com remuneração pré-fixada –, o governo também baixou outras medidas de austeridade, lembra Paulo Mansur Levy, professor da PUC-RJ e economista do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea): definiu um plano de redução de quadros públicos e acabou com a correção diária das aplicações pelo "overnight", que era visto como um “alimentador” da inflação.
Sem surpresas
De acordo com o professor da PUC-SP, o bloqueio do dinheiro não foi exatamente uma surpresa no meio econômico: a possibilidade vinha sendo abertamente discutida. "Era algo absolutamente difundido. Eu tirei todo o meu dinheiro do banco e eu não tinha contato nenhum com a equipe do governo Collor. Eu estava na assessoria do PT. Não foi uma surpresa, não foi um raio no céu claro. A questão estava sendo discutida intensamente."
Carvalho defende, porém, que o choque de demanda era inexequível dadas as condições econômicas da época – a América Latina, pós-moratória nos anos 1980, estava sem financiamento externo; a economia não tinha "colchão" de liquidez. "Há quem diga que o plano não foi aplicado direito. Mas ele era inaplicável. Não tinha condições de manter o dinheiro [preso] naqueles termos sem uma recessão de grandes proporções e a quebra dos bancos."
Diante da ineficiência da medida, por si só, em acabar com a inflação – nos meses seguintes ao bloqueio do dinheiro, a taxa recuou de 70% para cerca de 10% ao mês –, o governo foi aos poucos afrouxando o aperto. Nas palavras de Levy, abriu as chamadas "torneirinhas", abrindo exceções aqui e ali, liberando parte do dinheiro retido a alguns setores. Em seis meses, segundo Carvalho, a política econômica tinha basicamente voltado ao modelo anterior ao plano.
'Ano negro'
Mesmo com a liberação de dinheiro da economia, 1990 foi um ano negro para a economia, que encolheu 4,2%, conforme o Fundo Monetário Internacional (FMI). "As 'torneirinhas' evitaram que o Brasil tivesse uma recessão ainda maior do que teve", explica o professor da PUC-RJ. Ele diz que as iniciativas em outros setores, como o corte de gastos com a demissão de servidores públicos, também não tiveram o efeito esperado na alta dos preços.
À medida que o aperto econômico se afrouxou para evitar uma recessão sem precedentes, a inflação voltou a crescer; de acordo com o economista da PUC-SP, no fim de 1990 a taxa mensal já estava próxima de 20%. Diante do tamanho do baque causado na economia, o Plano Collor, no que se refere a seu principal objetivo, teve muito pouco efeito: "Foi muito pouco, pelo tamanho do rolo que foi. Usou bala para elefante e acertou passarinho."
Entretanto, nem toda a herança do plano foi negativa. No que se refere à liberalização comercial, Carlos Eduardo Carvalho defende que o Plano Collor deu as bases para o núcleo da política econômica que o Brasil tem hoje. "O plano definiu programa de privatizações, regulação da economia e redução de subsídios. Significou o fim de 60, 70 anos de política desenvolvimentista. Neste sentido, ele é completamente superior à imagem que ficou dele."
Collor x Real
Carvalho explica que, quatro anos depois, o Plano Real foi possível (e bem-sucedido) porque foi idealizado em um Brasil diferente, muito mais capitalizado, que permitiu que se pagasse a conta da paridade com o dólar e a "invasão" dos importados. "Os planejadores do real montaram em cima de uma montanha de reservas e soltaram o touro. Em seis meses, de um superávit comercial de US$ 10 bilhões, passou-se para um déficit projetado de US$ 10 bilhões. Foi um ajuste de US$ 20 bilhões, pago com as reservas."
O economista diz que os conselheiros econômicos do PSDB do Rio de Janeiro, os idealizadores do Plano Real, tinham uma "afinidade envergonhada" com o Plano Collor. "O Plano Real está desenhado lá no Plano Collor, com exceção do bloqueio. Era a política que eles gostariam de fazer."
Sérgio Cabral deu coletiva na manhã de sábado no Palácio Guanabara.
Governador diz confiar no veto do presidente Lula à emenda.
O governador Sérgio Cabral afirmou na manhã deste sábado (13) que a emenda Ibsen Pinheiro, que modifica os critérios de participação dos municípios do fundo proveniente dos royalties do pré-sal, põe em risco dois grandes projetos do Rio de Janeiro:
"Essa emenda inviabiliza Olimpíadas e inviabiliza Copa do Mundo. As prefeituras param. O estado não terá recursos. Para tudo, no nosso caso para tudo. Essa emenda compromete as receitas do estado para tudo. O estado não terá recurso para dar continuidade para qualquer tipo de investimento."
Cabral afirmou ainda que o Rio de Janeiro, caso o projeto se transforme em lei, perderá RS 5 bilhoes, mais do que o estado investiu no ano passado em infraestrutura, que foi cerca de 4 bilhoes.
Estavam presentes, além de Cabral, o prefeito do Rio Eduardo Paes, e a prefeita de Campos dos Goytacazes, Rosinha Matheus, ex-governadora do Rio e adversária política de Cabral. Campos é uma das cidades que mais dependem da economia do petróleo.
A emenda ainda precisa passar por votação no Senado e pela aprovação do presidente Lula. Mas o governador afirmou estar confiante do veto do presidente Lula.
Cabral fez duras críticas à aprovação da emenda. Segundo ele, o estado do Rio foi o líder na campanha do "Petróleo é Nosso", na campanha das "Diretas-Já" e da anistia. "Esse estado não fica cabisbaixo, esse estado não vai aceitar essa covardia. Nós ainda temos esperança de que isso vai ser revertido", afirmou.
Segundo Cabral, 80% do pagamento de aposentados e pensionistas do estado dependem dos royalties do petróleo. A garantia de pagamento da dívida do estado também provém dos royalties, além de obras de infraestrutura.
SP e ES também perdem
Além do Rio de Janeiro, São Paulo e Espírito Santo também perderão dinheiro dos royalties. No entanto, o governador afirmou que o impacto será diferente. "Em São Paulo, essa receita não é corrente no cotidiano. E, no Espírito Santo, a receita parou de exercer um papel importante de três anos para cá", afirmou.
Cabral disse que uma comitiva virá do Espírito Santo participar do ato público que está sendo organizado para quarta-feira (17).
Manifestação
O governo estadual está organizando uma manifestação contra a emenda. A população fluminense será convocada para uma caminhada, no Centro do Rio, na próxima quarta-feira (17).
Segundo o governo do estado, o ato “Contra a covardia, em defesa do Rio” terá como objetivo unir as forças políticas e da sociedade pelo veto à chamada emenda Ibsen Pinheiro, que redistribui royalties do petróleo e pode tirar R$ 7 bilhões do estado ao ano., R$ 5 bilhões só dos recursos destinados ao estado do Rio e o restante dividido entre as prefeituras.
O governador afirmou que decretará ponto facultativo a partir de 15h para os servidores estaduais e sugeriu que as prefeituras façam o mesmo.
O prefeito de Macaé, Riverton Mussi, afirmou que vai comparecer na manifestação com cerca de 1,5 mil pessoas. Macaé, segundo ele, perde R$ 350 milhões com a emenda.
Outro prefeito presente na reunião, Tuca Jordão, que está à frente do município de Angra dos Reis, no Sul Fluminense, afirmou que passaria a receber, caso a emenda seja aprovada, R$ 3 milhões, contra os R$ 90 milhões que recebeu em 2009.
A ex-governadora Rosinha Matheus afirmou que já havia entrado com um mandado de segurança através do deputado Geraldo Pudim. Ela acredita que caso a emenda seja aprovada, o Supremo Tribunal Federal tome alguma atitude.
A cidade de Campos, uma das maiores, recebeu em 2008 R$ 1,193 bilhões. Com as mudanças, teria direito a pouco mais de R$ 4 milhões por ano, menos de meio por cento do que era.
Concentração será na Candelária
A manifestação terá concentração na Candelária, no Centro do Rio, e seguirá pela Avenida Rio Branco até a Cinelândia, onde haverá um ato público.
Na quinta-feira (11), o governador Sérgio Cabral disse que a aprovação da emenda, ocorrida na quarta-feira (10) no plenário da Câmara dos Deputados, em Brasília, foi “um linchamento contra o Rio”.
A Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) também pretende realizar um protesto contra a aprovação da emenda federal. De acordo com a Alerj, a manifestação deve ocorrer na terça-feira (16), no Palácio Tiradentes, no Centro. Além dos 70 deputados e das 28 entidades que compõem o fórum, serão convidados prefeitos e secretários de estado.
Prejuízo
O fim do pagamento dos royalties põe em risco o caixa da maioria das prefeituras. Muitos municípios contam com o dinheiro para investir em setores como educação, saúde e saneamento. Das 92 cidades do estado, 90 podem ser prejudicadas com perda de receita.
“As indústrias vão lá, as empresas de petróleo vão lá, todo mundo faz dinheiro e a municipalidade não vai ter dinheiro sequer para fazer um saneamento, para arrumar a cidade”, disse Joaquim Levy, secretário estadual da Fazenda.
Óleo da União
Para o deputado Ibsen Pinheiro (PMDB-RS), autor da emenda, o texto aprovado pela Câmara dos Deputados respeita a Constituição, que determina que o patrimônio encontrado no mar não pertence a nenhum estado, mas à União.
O deputado afirmou, no entanto, considerar "lamentável" que a redistribuição dos royalties acarrete em perdas para o Rio de Janeiro, mas destacou que, caso o texto seja aprovado, "todos os estados saem ganhando".