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sábado, 20 de março de 2010

SERRA E SUA POSE DE BOM MOÇO‏

SERRA E SUA POSE DE BOM MOÇO‏

Governador de São Paulo por mais 12 dias quando se desincompatibiliza para concorrer ao Planalto como o nome da oposição, José Serra diz que não é candidato e que tem que governar o Estado. Isso depois de armar sua candidatura a presidente desde o primeiro dia em que tomou posse na prefeitura de São Paulo (01.01.2005), de ter usado esse cargo que abandonou para disputar o governo, e como todos sabem, ter lutado todos os dias como governador para viabilizar sua postulação à presidência esmagando autoritariamente os concorrentes. O ex-governador tucano Geraldo Alckmin que o diga. Foi liquidado na campanha para prefeito em 2008 já que Serra, toda a máquina do governo e o PSDB o abandonaram e apoiaram a reeleição de Gilberto Kassab. Inclusive Serra fez de tudo para seu arquiinimigo do passado e razão de ser da fundação do PSDB, ex-governador Orestes Quércia (PMDB), apoiasse Kassab e indicasse seu vice em troca cargos no governo estadual depois da eleição naquele ano.Hoje Kassab é o maior opositor da candidatura Alckmin a governador. Gostaria de ser ele o candidato, mas frente ao fracasso de seu governo, apoia o nome do chefe da Casa Civil de Serra, Aloysio Nunes Ferreira Filho. Serra fez o mesmo com seu colega tucano, governador de Minas Aécio Neves. Além de controlar nacionalmente a máquina tucana - o que lhe é fácil, já que ela não tem militância e vida partidária real, só eleitoral, parlamentar e de governo - solapou como pode a pré-candidatura mineira. Na surdina e nas sombras, a conspiração contra a greve Com sua máquina de propaganda, a maior já montada no Estado (é só ver as empresas de publicidade que trabalham para o Estado, a prefeitura da capital e o PSDB ao mesmo tempo) fez de tudo para esvaziá-la. Divulgou notinhas caluniosas e inventou fatos até conseguir que Aécio desistisse da prévia que propôs e podia vencer, e saisse candidato a senador - MG. Nesses últimos tempos Serra, ao contrário do que diz, só fez pré-campanha para presidente. Inaugurou até mesmo maaquete! Percorreu o Brasil e multiplicou por dez a propaganda oficial em todo o país. Basta ver os ridículos anúncios nacionais da Sabesp, desmentidos pelos fatos - as enchentes; a péssima situação da saúde; a atual greve dos professores; os péssimos índices da Educação; a insegurança que reina nas cidades; e a falta total de um programa de desenvolvimento para o Estado. Serra impôs candidatos nos Estados; fez e desfez alianças; e buscou um vice desesperadamente. Mas, com o apoio da grande midia (que finge acreditar e passa sem questionar essa dissimulação à opinião pública) continua dizendo que não é candidato e não faz campanha, o que dá bem uma idéia de quem é Serra, como age e como governa. Os 210 mil professores de São Paulo em greve há duas semanas que o digam. Nada de diálogo, negociações ou proposta de acordo, só repressão e propaganda contra, desqualificação e desprezo, ofensas e calúnias, golpes baixos. Nada de política ou mesmo transparência nas decisões. Pelo contrário, tudo se resolve nas sombras e nos gabinetes, nas redações da midia, quando não nas salas escondidas onde se conspira contra uma greve, movimento justo e democrático. Um péssimo precedente.

quarta-feira, 17 de março de 2010

Dilma cresce em pesquisa e fica 5 pontos atrás de Serra

CNI/Ibope revela que 75% dos entrevistados avaliam como positivo, isto é, ótimo ou bom, o governo do presidente Lula

Serra lidera; diferença em dezembro era de 21 pontos

A ministra-chefe da Casa Civil e pré-candidata do PT à presidência, Dilma Rousseff, cresceu 13 pontos, na pesquisa eleitoral feita pelo Ibope, encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), divulgada nesta quarta-feira (17), em comparação ao desempenho apresentado em dezembro de 2009. Com isso, a diferença entre ela e o governador de São Paulo, José Serra, diminuiu de 21 para 5 pontos. No entanto, Serra continua em primeiro lugar na pesquisa sobre as eleições de 2010. Serra recuou para 35% das intenções de voto em março, ante 38% da pesquisa divulgada em dezembro, enquanto Dilma subiu para 30%, ante 17% anteriormente. A margem de erro da sondagem encomendada pela Confederação Nacional da Indústria, é de 2 pontos percentuais. Segundo o Ibope, em terceiro lugar aparece o deputado Ciro Gomes (PSB), que oscilou negativamente de 13 para 11%, equanto a senadora Marina Silva (PV) manteve-se com 6%.

Uma pesquisa do Ibope de fevereiro, encomendada pela Associação Comercial de São Paulo, já mostrava o crescimento de Dilma e a redução da liderança do tucano. Naquela pesquisa, Serra tinha 36%, enquanto Dilma aparecia com 25%.Governo atual O mesmo estudo revela que 75% dos entrevistados avaliam como positivo, isto é, ótimo ou bom, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. No levantamento anterior, divulgado em dezembro de 2009, esse percentual era de 72%. Entre os entrevistados, 83% aprovam a maneira de Lula governar, o mesmo índice registrado há três meses. A pesquisa também mostra que 77% dos entrevistados têm confiança no presidente, resultado 1 ponto percentual inferior ao verificado em dezembro (78%). Outro dado do estudo é que 49% consideram o atual mandato de Lula melhor do que o primeiro. Em dezembro, esse percentual era de 46%. Foram ouvidos 2.002 eleitores de 16 anos ou mais em 140 municípios, no período de 6 a 10 de março.

MENSAGEM

A INVEJA É A ARMA DO INCOMPETENTE!
O maior prazer de um homem inteligente é bancar o idiota diante do idiota que quer bancar o inteligente!
CONFÚCIO

terça-feira, 16 de março de 2010

PSDB de Minas anuncia Aécio como pré-candidato ao Senado

Governador desistiu da disputa de vaga para concorrer à Presidência.

Partido diz estar ‘totalmente comprometido’ com Serra à sucessão de Lula.

O diretório estadual do PSDB em Minas Gerais aprovou nesta segunda-feira (15) a pré-candidatura do governador Aécio Neves ao Senado. No anúncio, publicado pelo blog do partido, a direção estadual diz que “o PSDB de Minas Gerais e os aliados do governador Aécio Neves estão totalmente comprometidos com o nome do governador de São Paulo, José Serra, como pré-candidato à Presidência da República”.

O comunicado dos tucanos diz que “o PSDB de Minas Gerais apresenta o nome do governador Aécio Neves como seu pré-candidato ao Senado da República, reconhecendo nele o nosso líder maior com autoridade para articular e fortalecer o projeto tucano para Minas Gerais e para o Brasil".

Na mesma reunião, o partido também aprovou o nome do vice-governador do estado, Antônio Anastasia, como pré-candidato à sucessão de Aécio.

O PSDB de Minas Gerais apresenta o nome do governador Aécio Neves como seu pré-candidato ao Senado da República, reconhecendo nele o nosso líder maior com autoridade para articular e fortalecer o projeto tucano para Minas Gerais e para o Brasil"

Ao lado do governador de São Paulo, Aécio Neves era o nome mais cotado do partido para disputar a sucessão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Emdezembro, porem, ele anunciou que abriria mão da disputa pela vaga. O governador de Minas alegou que a demora do partido em definir seu candidato compremetia a construção de um quadro amplo de alianças.

O lançamento da pré-candidatura de Aécio ao Senado praticamente elimina a possibilidade de uma chapa-pura do partido à Presidência, com Serra encabeçando a chapa e tendo o governador de Minas como vice.

Veja a íntegra da nota do partido

"COMUNICADO PSDB-MG" O Diretório Estadual do PSDB de Minas Gerais, através de sua Comissão Executiva, torna públicas as seguintes decisões tomadas em reunião ordinária realizada em sua sede, em 15 de março de 2010. 1 – O PSDB de Minas Gerais apresenta o nome de Antônio Augusto Junho Anastasia, atual vice-governador do Estado, como seu pré-candidato à sucessão estadual de 2010, na expectativa de compor com os nossos aliados uma ampla coligação capaz de expressar no seu programa de governo a expectativa e o sentimento de Minas, que hoje se manifesta majoritariamente a favor da continuidade do processo administrativo em curso que levou nosso Estado a tamanhos avanços e conquistas.

2 – O PSDB de Minas Gerais apresenta o nome do governador Aécio Neves como seu pré-candidato ao Senado da República, reconhecendo nele o nosso líder maior com autoridade para articular e fortalecer o projeto tucano para Minas Gerais e para o Brasil. 3 – O PSDB de Minas Gerais e os aliados do governador Aécio Neves estão totalmente comprometidos com o nome do governador de São Paulo, José Serra, como pré-candidato à presidência da República nas eleições deste ano. Estamos todos empenhados na eleição de Serra e Anastasia, sob a liderança de Aécio Neves, para consolidar a mais ampla vitória desse projeto em Minas Gerais e no Brasil. Refutamos, assim qualquer iniciativa que tenha como objetivo enfraquecer este projeto e colocar dúvidas sobre nossas convicções partidárias. 4 – Oportunamente, no momento mais adequado, o PSDB de Minas Gerais se sentará com seus aliados no Estado para discutir e oficializar a composição das chapas majoritárias e proporcionais com as quais disputaremos as eleições de 2010 e quando o fizermos teremos a oportunidade de reafirmar nosso amor por Minas Gerais e nosso compromisso com o Brasil.

PSDB DE MINAS GERAIS Deputado Federal Narcio Rodrigues PRESIDENTE"

Fonte: G1

segunda-feira, 15 de março de 2010

Sair no meio da noite vira rotina para moradores de cidade atingida por abalos

População de Alagoinha (PE) teme que novos tremores derrubem imóveis.

Eles deixam casas e procuram locais abertos, como ruas e praças.

Sair de casa às pressas no meio da noite virou quase uma rotina para os moradores de Alagoinha, em Pernambuco. A cidade foi atingida por mais de 40 tremores desde o início de março, conforme técnicos do Laboratório de Sismologia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. O mais forte teve magnitude 3,2 na escala Richter. Os tremores de intensidade forte e que são perceptíveis pelas pessoas não acontecem diariamente, segundo os técnicos, mas os moradores estão assustados e contam que, mesmo quando o tremor não ocorre, sair de casa à noite virou um hábito. Todos temem tremores violentos, que consigam derrubar os imóveis rachados, e buscam proteção nas ruas e praças. “Quando chega o fim da tarde, já pressentimos que pode acontecer alguma coisa. Ficamos preparados para correr. Não escutei mais nenhum estrondo, mas estou sempre pronta para sair”, diz a dona de casa Roberta Torres da Silva, de 24 anos. A jovem conta que ao menor sinal de tremor, mesmo quando sabe que pode ser só uma impressão, pega as três filhas e sai com o marido. “Ficamos um tempo no quintal ou na praça. Quem consegue dormir com medo?”, afirma Roberta.

A ação é repetida pela vizinha, Maria do Socorro, de 24 anos. “Eu sei que vai acontecer, então fico esperando todo dia. Por mim, não tenho medo, mas fico preocupada com meus filhos” diz.

A dona de casa Fernanda Ferreira de Melo, de 23 anos, não gosta de sair de casa à noite, mas admite que corre pelo menos até a porta quando escuta algo suspeito. “Nunca tivemos nada parecido na cidade e, de repente, começamos a ter tremores quase todo dia. Isso deixa a gente assustada e tensa à noite, mas vou tentar me acostumar. No fundo, não acho que nenhuma casa vai cair por causa disso.”

Segundo os moradores, representantes da prefeitura e do governo do estado estiveram na cidade e garantiram que os tremores não oferecem riscos. A explicação trouxe alívio para o motorista de ônibus José Assis de Macena, de 62 anos. “Hoje, eu não estou mais saindo de casa quando acontece um tremor fraquinho. Mas dá um pouco de medo quando acontece à noite, no silêncio. De dia, eu já não me importo muito. A gente já sabe que vai ter que se acostumar, porque de agora em diante pode acontecer sempre”, afirma.

Fonte: G1

domingo, 14 de março de 2010

OS GATOS CONVERSAM

I N C R I V E L ! ! ! CIENTISTAS CONSEGUEM TRADUZIR O QUE OS GATOS FALAM!

Marcado pelo bloqueio da poupança, Plano Collor completa 20 anos

Inflação seria combatida na demanda: sem dinheiro, é impossível consumir.

Para professor, plano era inaplicável e levaria a quebra dos bancos.

Há 20 anos, em março de 1990, o presidente Fernando Collor de Mello iniciava seu mandato com um plano econômico que prometia acabar com a maior vilã da economia na época, a inflação, com um só golpe. Para isso, abandonou as estratégias de congelamento de preços de medidas anteriores, como o Plano Cruzado, e apostou suas fichas na redução da quantidade de dinheiro em circulação no país, com o bloqueio de aplicações financeiras.

Relembre ao lado: Fernando Collor anuncia plano econômico em 1990

Quando Collor assumiu, a inflação brasileira estava perto de 2.000% ao ano. No segundo semestre de 1989, segundo Carlos Eduardo Carvalho, professor da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), a alta dos preços saiu de controle. Desde o início dos anos 1980, apesar dos índices muito altos, o professor diz resultado era mais ou menos previsível. “A gente projetava 13%, dava 14% ou 12,5%. Mas dava para ter uma ideia.”

Diante do cenário de hiperinflação que se configurava na época, o raciocínio por trás do bloqueio da poupança era simples: reduzir a quantidade de dinheiro girando na economia, para que as pessoas não tivessem como comprar, controlando assim os preços. De acordo com Carvalho, o Plano Cruzado havia deixado uma lição: com dinheiro na mão, a população vai às compras; e com a demanda em alta, os preços voltam a subir.

Além de tirar o dinheiro de circulação – prometendo a devolução 18 meses depois, em parcelas e com remuneração pré-fixada –, o governo também baixou outras medidas de austeridade, lembra Paulo Mansur Levy, professor da PUC-RJ e economista do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea): definiu um plano de redução de quadros públicos e acabou com a correção diária das aplicações pelo "overnight", que era visto como um “alimentador” da inflação.

Sem surpresas

De acordo com o professor da PUC-SP, o bloqueio do dinheiro não foi exatamente uma surpresa no meio econômico: a possibilidade vinha sendo abertamente discutida. "Era algo absolutamente difundido. Eu tirei todo o meu dinheiro do banco e eu não tinha contato nenhum com a equipe do governo Collor. Eu estava na assessoria do PT. Não foi uma surpresa, não foi um raio no céu claro. A questão estava sendo discutida intensamente."

Carvalho defende, porém, que o choque de demanda era inexequível dadas as condições econômicas da época – a América Latina, pós-moratória nos anos 1980, estava sem financiamento externo; a economia não tinha "colchão" de liquidez. "Há quem diga que o plano não foi aplicado direito. Mas ele era inaplicável. Não tinha condições de manter o dinheiro [preso] naqueles termos sem uma recessão de grandes proporções e a quebra dos bancos."

Diante da ineficiência da medida, por si só, em acabar com a inflação – nos meses seguintes ao bloqueio do dinheiro, a taxa recuou de 70% para cerca de 10% ao mês –, o governo foi aos poucos afrouxando o aperto. Nas palavras de Levy, abriu as chamadas "torneirinhas", abrindo exceções aqui e ali, liberando parte do dinheiro retido a alguns setores. Em seis meses, segundo Carvalho, a política econômica tinha basicamente voltado ao modelo anterior ao plano.

'Ano negro'

Mesmo com a liberação de dinheiro da economia, 1990 foi um ano negro para a economia, que encolheu 4,2%, conforme o Fundo Monetário Internacional (FMI). "As 'torneirinhas' evitaram que o Brasil tivesse uma recessão ainda maior do que teve", explica o professor da PUC-RJ. Ele diz que as iniciativas em outros setores, como o corte de gastos com a demissão de servidores públicos, também não tiveram o efeito esperado na alta dos preços.

À medida que o aperto econômico se afrouxou para evitar uma recessão sem precedentes, a inflação voltou a crescer; de acordo com o economista da PUC-SP, no fim de 1990 a taxa mensal já estava próxima de 20%. Diante do tamanho do baque causado na economia, o Plano Collor, no que se refere a seu principal objetivo, teve muito pouco efeito: "Foi muito pouco, pelo tamanho do rolo que foi. Usou bala para elefante e acertou passarinho."

Entretanto, nem toda a herança do plano foi negativa. No que se refere à liberalização comercial, Carlos Eduardo Carvalho defende que o Plano Collor deu as bases para o núcleo da política econômica que o Brasil tem hoje. "O plano definiu programa de privatizações, regulação da economia e redução de subsídios. Significou o fim de 60, 70 anos de política desenvolvimentista. Neste sentido, ele é completamente superior à imagem que ficou dele."

Collor x Real

Carvalho explica que, quatro anos depois, o Plano Real foi possível (e bem-sucedido) porque foi idealizado em um Brasil diferente, muito mais capitalizado, que permitiu que se pagasse a conta da paridade com o dólar e a "invasão" dos importados. "Os planejadores do real montaram em cima de uma montanha de reservas e soltaram o touro. Em seis meses, de um superávit comercial de US$ 10 bilhões, passou-se para um déficit projetado de US$ 10 bilhões. Foi um ajuste de US$ 20 bilhões, pago com as reservas."

O economista diz que os conselheiros econômicos do PSDB do Rio de Janeiro, os idealizadores do Plano Real, tinham uma "afinidade envergonhada" com o Plano Collor. "O Plano Real está desenhado lá no Plano Collor, com exceção do bloqueio. Era a política que eles gostariam de fazer."

Fonte: G1

Emenda do pré-sal inviabiliza Copa e Olimpíadas, diz governador do Rio

Sérgio Cabral deu coletiva na manhã de sábado no Palácio Guanabara. Governador diz confiar no veto do presidente Lula à emenda.

O governador Sérgio Cabral afirmou na manhã deste sábado (13) que a emenda Ibsen Pinheiro, que modifica os critérios de participação dos municípios do fundo proveniente dos royalties do pré-sal, põe em risco dois grandes projetos do Rio de Janeiro: "Essa emenda inviabiliza Olimpíadas e inviabiliza Copa do Mundo. As prefeituras param. O estado não terá recursos. Para tudo, no nosso caso para tudo. Essa emenda compromete as receitas do estado para tudo. O estado não terá recurso para dar continuidade para qualquer tipo de investimento." Cabral afirmou ainda que o Rio de Janeiro, caso o projeto se transforme em lei, perderá RS 5 bilhoes, mais do que o estado investiu no ano passado em infraestrutura, que foi cerca de 4 bilhoes. Estavam presentes, além de Cabral, o prefeito do Rio Eduardo Paes, e a prefeita de Campos dos Goytacazes, Rosinha Matheus, ex-governadora do Rio e adversária política de Cabral. Campos é uma das cidades que mais dependem da economia do petróleo.

A emenda ainda precisa passar por votação no Senado e pela aprovação do presidente Lula. Mas o governador afirmou estar confiante do veto do presidente Lula.

Cabral fez duras críticas à aprovação da emenda. Segundo ele, o estado do Rio foi o líder na campanha do "Petróleo é Nosso", na campanha das "Diretas-Já" e da anistia. "Esse estado não fica cabisbaixo, esse estado não vai aceitar essa covardia. Nós ainda temos esperança de que isso vai ser revertido", afirmou.

Segundo Cabral, 80% do pagamento de aposentados e pensionistas do estado dependem dos royalties do petróleo. A garantia de pagamento da dívida do estado também provém dos royalties, além de obras de infraestrutura.

SP e ES também perdem

Além do Rio de Janeiro, São Paulo e Espírito Santo também perderão dinheiro dos royalties. No entanto, o governador afirmou que o impacto será diferente. "Em São Paulo, essa receita não é corrente no cotidiano. E, no Espírito Santo, a receita parou de exercer um papel importante de três anos para cá", afirmou.

Cabral disse que uma comitiva virá do Espírito Santo participar do ato público que está sendo organizado para quarta-feira (17).

Manifestação

O governo estadual está organizando uma manifestação contra a emenda. A população fluminense será convocada para uma caminhada, no Centro do Rio, na próxima quarta-feira (17).

Segundo o governo do estado, o ato “Contra a covardia, em defesa do Rio” terá como objetivo unir as forças políticas e da sociedade pelo veto à chamada emenda Ibsen Pinheiro, que redistribui royalties do petróleo e pode tirar R$ 7 bilhões do estado ao ano., R$ 5 bilhões só dos recursos destinados ao estado do Rio e o restante dividido entre as prefeituras.

O governador afirmou que decretará ponto facultativo a partir de 15h para os servidores estaduais e sugeriu que as prefeituras façam o mesmo.

O prefeito de Macaé, Riverton Mussi, afirmou que vai comparecer na manifestação com cerca de 1,5 mil pessoas. Macaé, segundo ele, perde R$ 350 milhões com a emenda.

Outro prefeito presente na reunião, Tuca Jordão, que está à frente do município de Angra dos Reis, no Sul Fluminense, afirmou que passaria a receber, caso a emenda seja aprovada, R$ 3 milhões, contra os R$ 90 milhões que recebeu em 2009.

A ex-governadora Rosinha Matheus afirmou que já havia entrado com um mandado de segurança através do deputado Geraldo Pudim. Ela acredita que caso a emenda seja aprovada, o Supremo Tribunal Federal tome alguma atitude.

A cidade de Campos, uma das maiores, recebeu em 2008 R$ 1,193 bilhões. Com as mudanças, teria direito a pouco mais de R$ 4 milhões por ano, menos de meio por cento do que era.

Concentração será na Candelária

A manifestação terá concentração na Candelária, no Centro do Rio, e seguirá pela Avenida Rio Branco até a Cinelândia, onde haverá um ato público.

Na quinta-feira (11), o governador Sérgio Cabral disse que a aprovação da emenda, ocorrida na quarta-feira (10) no plenário da Câmara dos Deputados, em Brasília, foi “um linchamento contra o Rio”.

A Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) também pretende realizar um protesto contra a aprovação da emenda federal. De acordo com a Alerj, a manifestação deve ocorrer na terça-feira (16), no Palácio Tiradentes, no Centro. Além dos 70 deputados e das 28 entidades que compõem o fórum, serão convidados prefeitos e secretários de estado.

Prejuízo O fim do pagamento dos royalties põe em risco o caixa da maioria das prefeituras. Muitos municípios contam com o dinheiro para investir em setores como educação, saúde e saneamento. Das 92 cidades do estado, 90 podem ser prejudicadas com perda de receita. “As indústrias vão lá, as empresas de petróleo vão lá, todo mundo faz dinheiro e a municipalidade não vai ter dinheiro sequer para fazer um saneamento, para arrumar a cidade”, disse Joaquim Levy, secretário estadual da Fazenda. Óleo da União

Para o deputado Ibsen Pinheiro (PMDB-RS), autor da emenda, o texto aprovado pela Câmara dos Deputados respeita a Constituição, que determina que o patrimônio encontrado no mar não pertence a nenhum estado, mas à União.

O deputado afirmou, no entanto, considerar "lamentável" que a redistribuição dos royalties acarrete em perdas para o Rio de Janeiro, mas destacou que, caso o texto seja aprovado, "todos os estados saem ganhando".

Fonte: G1

Criança é morta em tiroteio no Morro do Chapadão

Moradores dizem que ele foi baleado em operação policial; PM nega. Menino chegou a ser levado para hospital, mas não resistiu.

Uma criança morreu após ser atingida por uma bala perdida na noite de sábado (13) durante um tiroteio no Morro do Chapadão, em Costa Barros, no subúrbio do Rio de Janeiro. Segundo a Polícia Militar, o menino, de aproximadamente 12 anos, teria sido baleado durante um confronto entre traficantes.

No entanto, familiares do menino afirmam que o confronto aconteceu durante uma operação do 9º BPM (Rocha Miranda). A Polícia Militar nega que tenha ocorrido ação na favela na noite de sábado. O tiroteio assustou moradores da região e motoristas que passavam próximo à comunidade. Por questões de segurança, comerciantes do bairro fecharam as portas mais cedo. De acordo com testemunhas, houve corre-corre e muitos moradores tentaram se proteger dos tiros atrás de muros, postes ou carros. A polícia ainda investiga de onde partiu o tiro que atingiu o menino. A vítima chegou a ser levada para o Hospital Carlos Chagas, em Marechal Hermes, também no subúrbio, onde foi operada, mas não resistiu. Após o confronto, policiais do 9º BPM reforçaram a segurança nos principais acessos ao morro. Não há registros de novos confrontos na região.

Morto em confronto na Vila Vintém

Na Vila Vintém, em Padre Miguel, na Zona Oeste, pelo menos um homem morreu em confronto com policiais militares do 14º BPM (Bangu), na madrugada de sábado (13). Segundo a Polícia Militar, o confronto aconteceu na comunidade Conjuntão. Ninguém foi preso.

O tiroteio teria começado após criminosos da Favela da Coreia, em Senador Camará, tentarem invadir a comunidade Conjuntão. De acordo com a polícia, traficantes rivais trocaram tiros por cerca de uma hora. Em seguida, policiais do 14º BPM foram acionados para o local.

Os policiais foram recebidos a tiros quando tentavam entrar na favela. Um homem, ainda se identificação, foi baleado. Ele chegou a ser socorrido no Hospital Albert Schweitzer, em Realengo, mas não resistiu. Com o criminoso foram apreendidos uma escopeta calibre 12 e munição. O caso foi registrado na 34ª DP (Bangu).

Adolescente ferido por bala perdida

Na sexta-feira (12), um adolescente de 17 anos foi atingido no rosto por uma bala perdida próximo à Vila Cruzeiro, no subúrbio. Segundo a Polícia Militar, os tiros foram disparados por suspeitos, que teriam atacado policiais na região. O menor estaria dentro de casa quando foi atingido.

Segundo o relações-públicas da Polícia Militar, tenente-coronel Lima Castro, agentes do 39° BPM (Belford Roxo) foram surpreendidos por criminosos na Rua Paranapanema, na esquina com a Rua Ministro Moreira de Abreu. Segundo a PM, os criminosos dispararam tiros contra os agentes, mas nenhum policial ficou ferido.

Os policiais tinham acabado de sair do 16° BPM (Olaria), onde tinham parado para abastecer veículos da corporação.

O jovem atingido está internado no Hospital Getúlio Vargas, na Penha, no subúrbio do Rio. Segundo a Secretaria estadual de Saúde, o estado de saúde do jovem é grave.

Fonte: G1

Forte terremoto atinge o Japão

Tremor teve magnitude 6,6, segundo o Serviço Geológico dos EUA. Não há relatos de feridos, mas prédios tremeram em Tóquio.

Um forte terremoto de magnitude 6,6 atingiu o norte do Japão neste domingo (14), informou o Serviço Geológico dos Estados Unidos e a Agência Meteorológica do Japão.

Não há relatos iniciais de feridos ou danos, mas prédios tremeram em Tóquio. O governo japonês não emitiu alertas de tsunami.

O epicentro do tremor, que ocorreu às 17h08 (horário local, 5h08 em Brasília) foi a 40 km abaixo do níveldo mar nas proximidades da ilha de Honshu.

Ele localizou-se a 80 km a sudeste de Sendai, na ilha de Honshu, e a 285 km a nordeste da capital, Tóquio.

Fonte: G1 São Paulo

sábado, 13 de março de 2010

Uma idéia muito boa do Senador Cristovam Buarque.

Projeto obriga políticos a matricularem seus filhos em escolas públicas.
Gifs Animados - Imagenes Animadas
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Ele apresentou um projeto de lei propondo que todo político eleito (vereador, prefeito, deputado, etc.) seja obrigado a colocar os filhos na escola pública.
As conseqüências seriam as melhores possíveis.
Quando os políticos se virem obrigados a colocar seus filhos na escola pública, a qualidade do ensino no país irá melhorar. E todos sabem das implicações decorrentes do ensino público que temos no Brasil. SE VOCÊ CONCORDA COM A IDÉIA DO SENADOR, DIVULGUE ESSA MENSAGEM. Ela pode, realmente, mudar a realidade do nosso país.
O projeto PASSARÁ, SE HOUVER A PRESSÃO DA OPINIÃO PÚBLICA. http://www.senado. gov.br/sf/ atividade/ Materia/detalhes .asp?p_cod_ mate=82166 PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 480, DE 2007 Determina a obrigatoriedade de os agentes públicos eleitos matricularem seus filhos e demais dependentes em escolas públicas até 2014.
PARABÉNS PARA O SENADOR CRISTOVAM BUARQUE. BOA SORTE JUNTO A SEUS PARES. IDÉIA SENSACIONAL! !!!

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº , DE 2007 PLS - PROJETO DE LEI DO SENADO, Nº 480 de 2007 Determina a obrigatoriedade de os agentes públicos eleitos matricularem seus filhos e demais dependentes em escolas públicas até 2014.
O CONGRESSO NACIONAL decreta: Art. 1º Os agentes públicos eleitos para os Poderes Executivo e Legislativo federais, estaduais, municipais e do Distrito Federal são obrigados a matricular seus filhos e demais dependentes em escolas públicas de educação básica. Art. 2º Esta Lei deverá estar em vigor em todo o Brasil até, no máximo, 1º de janeiro de 2014. Parágrafo Único. As Câmaras de Vereadores e Assembléias Legislativas Estaduais poderão antecipar este prazo para suas unidades respectivas.
[WINDOWS-1252? ] JUSTIFICAÇÃO No Brasil, os filhos dos dirigentes políticos estudam a educação básica em escolas privadas. Isto mostra, em primeiro lugar, a má qualidade da escola pública brasileira, e, em segundo lugar, o descaso dos dirigentes para com o ensino público. Talvez não haja maior prova do desapreço para com a educação das crianças do povo, do que ter os filhos dos dirigentes brasileiros, salvo raras exceções, estudando em escolas privadas. Esta é uma forma de corrupção discreta da elite dirigente que, ao invés de resolver os problemas nacionais, busca proteger-se contra as tragédias do povo, criando privilégios. Além de deixarem as escolas públicas abandonadas, ao se ampararem nas escolas privadas, as autoridades brasileiras criaram a possibilidade de se beneficiarem de descontos no Imposto de Renda para financiar os custos da educação privada de seus filhos. Pode-se estimar que os 64.810 ocupantes de cargos eleitorais – vereadores, prefeitos e vice-prefeitos, deputados estaduais, federais, senadores e seus suplentes, governadores e vice-governadores, Presidente e Vice- Presidente da República – deduzam um valor total de mais de 150 milhões de reais nas suas respectivas declarações de imposto de renda, com o fim de financiar a escola privada de seus filhos alcançando a dedução de R$ 2.373,84 inclusive no exterior. Considerando apenas um dependente por ocupante de cargo eleitoras. O presente Projeto de Lei permitirá que se alcance, entre outros, os seguintes objetivos: a) ético: comprometerá o representante do povo com a escola que atende ao povo; b) político: certamente provocará um maior interesse das autoridades para com a educação pública com a conseqüente melhoria da qualidade dessas escolas. c) financeiro: evitará a “evasão legal” de mais de 12 milhões de reais por mês, o que aumentaria a disponibilidade de recursos fiscais à disposição do setor público, inclusive para a educação; d) estratégica: os governantes sentirão diretamente a urgência de, em sete anos, desenvolver a qualidade da educação pública no Brasil. Se esta proposta tivesse sido adotada no momento da Proclamação da República, como um gesto republicano, a realidade social brasileira seria hoje completamente diferente. Entretanto, a tradição de 118 anos de uma República que separa as massas e a elite, uma sem direitos e a outra com privilégios, não permite a implementação imediata desta decisão. Ficou escolhido por isto o ano de 2014, quando a República estará completando 125 anos de sua proclamação. É um prazo muito longo desde 1889, mas suficiente para que as escolas públicas brasileiras tenham a qualidade que a elite dirigente exige para a escola de seus filhos. Seria injustificado, depois de tanto tempo, que o Brasil ainda tivesse duas educações – uma para os filhos de seus dirigentes e outra para os filhos do povo –, como nos mais antigos sistemas monárquicos, onde a educação era reservada para os nobres. Diante do exposto, solicitamos o apoio dos ilustres colegas para a aprovação deste projeto. Sala das Sessões, Senador CRISTOVAM BUARQUE
-- "Um dia, quando olhares para trás, verás que os dias mais belos foram aqueles em que lutaste.” (Sigmund Freud)
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